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Com a movimentação financeira de R$ 2,588 bilhões, a Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins 2019) aumentou o volume de negócios em 18% em relação à edição de 2018

Os resultados foram apresentados pelo governador Mauro Carlesse nesta segunda-feira, 27, em evento no Palácio Araguaia, em Palmas (TO).

De acordo com os resultados apresentados pelo o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura, César Halum, o volume de negócios deste ano foi altamente positivo. “A movimentação financeira alcançou o montante de R$ 2.588.129.330,00 (dois bilhões, 588 milhões, 129 mil, 330 reais), apresentando aumento de 18% se comparado com a Agrotins de 2018”, afirmou.

Ao especificar os resultados, o secretário comparou a comercialização das mais de 700 caminhonetes este ano com as 400 vendidas em 2018. O aumento ocorreu também na categoria caminhões, mais de 400 unidades foram comercializadas, já em 2018, foram 110. O volume de negócios favorável pode estar associado ao público de 186 mil visitantes que visitaram a feira nos cinco dias.

O secretário avaliou positivamente a presença do governador Mauro Carlesse na feira. “A presença do governador Mauro Carlesse nos cinco dias de feira mostrou que ele faz um Governo comprometido com o setor produtivo, isso criou um novo entusiasmo, ” afirmou.

O governador Mauro Carlesse afirmou que a missão é melhorar a vida do produtor rural em todas as áreas. “Temos que ser mais práticos, mais rápidos, tudo no Estado é muito burocrático. Durante a Feira, entregamos mais de 40 mil títulos aos produtores, mas temos que ser rápidos, para dar condições a essas pessoas, precisamos melhorar e facilitar, só assim o empresário e o agricultor vão crescer”, destacou.

Perfil: Sobre o perfil da Agrotins, Halum explicou que o foco principal da feira é a transferência de tecnologia. “Fizemos a capacitação do produtor rural na prática com áreas de plantios, onde eles puderam ver o manejo e colheita de lavoura. Mais de mil eventos foram realizados entre palestras, dia de campo, workshops, cursos, capacitando mais de 15 mil agricultores, desses, mais de quatro mil, são agricultores familiares que serão multiplicadores dessa tecnologia em seus municípios”, disse.

Novidades: Halum relacionou algumas novidades da feira este ano, como a mudança do tráfego que possibilitou acesso às margens do Lago da Usina Hidrelétrica (UHE). Ampliou a estrutura da feira em 30% com abertura de avenida, que proporcionou a ampliação do espaço para os expositores. Houve também ampliação do local destinado à pecuária com a construção de cinco currais.

Para 2020, o secretário revelou que a partir da próxima edição, a Feira deixará de funcionar das 8 às 18, e passará a encerrar apenas às 21 horas.

Ainda para o ano que vem, as obras de pavimentação do Parque Agrotecnológico de Palmas deverão ter início. A 19ª edição da Agrotins aconteceu de 7 a 11 deste mês no Centro Agrotecnológico em Palmas.

Fonte: Governo do TocantinsGoverno do Tocantins

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Em abril, a Secex registrou uma média diária de exportação de 20,3 mil toneladas, com o total do mês atingindo 426 mil toneladas

As exportações de milho do Brasil atingiram 908,4 mil toneladas até a quarta semana de maio, com média diária de 53,4 mil toneladas, o que representa mais que o dobro em relação a todo o mês de abril, informou nesta segunda-feira a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.

Em abril, a Secex registrou uma média diária de exportação de 20,3 mil toneladas, com o total do mês atingindo 426 mil toneladas.

Os dados do órgão apontam ainda que a média diária até aqui é cerca de 20 vezes maior que a registrada no mês de maio de 2018, quando pouco menos de 3 mil toneladas foram exportadas diariamente e 56,9 mil embarcadas no total.

Conforme reportado pela Reuters na última semana, as exportações de milho do Brasil vêm ganhando ritmo e estão mais competitivas que as dos Estados Unidos, os maiores produtores globais, com suporte do câmbio favorável.

SOJA: Em relação à soja, os dados da Secex apontam que as exportações nas quatro primeiras semanas de maio seguem levemente acima das registradas em todo o mês de abril em termos de médias diárias, mas abaixo dos embarques de maio de 2018, quando o Brasil registrou recorde histórico de 12,353 milhões de toneladas exportadas.

Até aqui, a média de exportação de soja em maio é de 484,7 mil toneladas diárias, ante 479,5 mil toneladas/dia em abril e 588,3 mil toneladas/dia em maio de 2018. O total exportado até agora em maio, nos 17 dias úteis contabilizados, é de 8,23 milhões de toneladas.

Fonte: ClimatempoClimatempo

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- Evento acontece nos dias 4 e 5 de junho de 2019 em Campinas (SP) - Maior cooperativa do setor no Brasil, Cooxupé, embarcou 5,23 milhões de sacas de café em 2018 e vai contar os desafios enfrentados para alcançar estes números

A atividade exportadora é essencial para o desenvolvimento econômico de um país uma vez que dá a oportunidade de ampliar a proporção da produção; reduzir a carga tributária, aperfeiçoar os procedimentos manufatureiros industriais, crescer e inovar a capacidade. Além disso, as empresas que exportam passam a ter tendências inovadoras em relação às não exportadoras; e quando a empresa trabalha bem e garante a satisfação do seu cliente passa a ser o tipo de empresa referência no seu país e no exterior. 

Mas exportar é desafiador e o mercado precisa estar favorável. De acordo com Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé e um dos palestrantes no Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (ENCA), que ocorrerá nos dias 4 e 5 de junho de 2019, em Campinas, confiança, qualidade do café e mercado internacional favorável são alguns quesitos imprescindíveis. “O cooperado precisa entender o quanto é importante fazer parte de uma cooperativa e se manter fiel, entregando seu café a ela. A Cooxupé, reconhecida internacionalmente, atua no mercado dando voz e possibilidade aos seus associados e, também, oportunidade para que eles participem quando as condições de comercialização estão favoráveis”, explica.

Ainda na visão do presidente da Cooxupé, a qualidade do café, também é um desafio aos produtores para que tenham seu café classificado como diferenciado, condição que eleva preços no momento da venda do café. “Nesse sentido, a Cooxupé não mede esforços para oferecer assistência técnica gratuita, tendo condições de melhorar seu manejo e produção, ganhando em qualidade e em competitividade”, salienta.

Exportação para 51 países:  Em 2018, a Cooxupé recebeu 6,45 milhões de sacas e embarcou 5,23 milhões – entre as quais 3,92 milhões foram para as exportações diretas para 51 países e 1,02 milhão para o mercado interno. Esse montante rendeu um faturamento de R$ 3,793 bilhões. Já as sobras somaram no total R$ 143.926.486 - valor 42% maior ante 2017 (R$ 101 milhões) – dos quais R$ 50 milhões foram distribuídos exclusivamente aos cooperados. “Mesmo com a greve dos caminhoneiros que aconteceu no ano passado, 2018 foi um ano em que as expectativas da Cooxupé foram atingidas. 2018 foi ano de bienalidade alta. Já em 2019, ano de bienalidade baixa, a Cooxupé espera receber 5,8 milhões de sacas de café arábicas, tipo produzido em toda área de atuação da cooperativa como Sul e Cerrado de Minas Gerais e Média Mogiana do Estado de São Paulo”, conta.

Atualmente, 80% das atividades da Cooxupé respondem por exportações. Neste caso, vale lembrar que o cooperado comercializa o seu café com a Cooxupé e a cooperativa, dentro de seus estoques e possibilidades, segue com seus compromissos comerciais junto ao mercado exterior.

Fonte: Serifa Comunicação

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O ano de 2019 é chave para o RenovaBio, afirma presidente da UNICA Evandro Gussi participa do evento “Energia Renovável”, que acontece nesta sexta-feira em São José do Rio Preto, reunindo as principais lideranças do setor sucroenergético

São José do Rio Preto, abril de 2019 – Para o presidente da União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo (UNICA), Evandro Gussi, 2019 é considerado um ano-chave para o RenovaBio, programa do governo federal que visa trazer maior previsibilidade e atrair mais investimentos e eficiência para o setor sucroenergético.

“O RenovaBio será um marco para o País e servirá de exemplo de política que dá certo, com inclusão social, sustentabilidade e tecnologia. Temos acompanhando o comprometimento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Ministério de Minas e Energia no processo de regulamentação e todos os prazos até o momento foram cumpridos”, diz Gussi.

O presidente da UNICA é uma das presenças confirmadas na programação do evento “Energia Renovável – Segurança e Desenvolvimento Sustentável”, que acontece em São José do Rio Preto-SP, nesta sexta-feira (12), com algumas das principais lideranças do país em bioenergia.

Professor e advogado, mestre pela UFRGS e doutor pela USP em Direito do Estado, Evandro Gussi é o autor da lei Lei 13.576, de 26 de dezembro 2017, que dispõe sobre a Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio, quando foi deputado federal (2014-2018).

Para o presidente da UNICA, o RenovaBio é uma política moderna que levará o país a um outro patamar em relação à segurança energética, ampliando a participação de fontes de energia nacionais e renováveis, como é o caso do etanol.

“Temos agora pela frente o trabalho de levantamento e organização das informações para certificação. Muitos players já iniciaram o processo para estarem prontos até o fim do ano e começarem a participar do RenovaBio.”

Além de Gussi, o time de palestrantes do “Energia Renovável” traz Plínio Nastari, presidente da Datagro; Luciano Rodrigues, gerente de Economia e Análise Setorial da UNICA São Paulo; Luiz Fernando de Souza Coelho, coordenador da Superintendência de Abastecimento da ANP; e Rupen Grisi Kuyumjian, diretor da GMG Ambiental. A abertura será feita pelo prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo.

O evento é uma realização da Associação de Produtores de Açúcar, Álcool e Energia (Biocana), com apoio da UNICA e da União dos Produtores de Bioenergia (UDOP).

Serviço: Energia Renovável - Segurança e Desenvolvimento Sustentável.
Dia 12 de abril, das 8h às 13h, no Shopping Iguatemi Rio Preto.
Gratuito. Inscrições pelo site www.renovabio.com.br


Programação:
8h - Welcome Coffee
8h30 - Boas-vindas do prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, e autoridades
9h - Abertura com Evandro Gussi, presidente da UNICA São Paulo
9h30 - Agrobusiness 4.0 - Tecnologia a serviço da Sustentabilidade, com Rupen Grisi Kuyumjian, diretor executivo da GMG Ambiental
10h10 - Renovabio - Eficiência Energética e Ambiental Definindo um Norte para os Biocombustíveis, com Plínio Nastari, presidente da Datagro
11h - Regulamentação do Renovabio e as mudanças para a indústria sucroenergética, com Luiz Fernando de Souza Coelho, coordenador da Superintendência de Abastecimento da ANP e Luciano Rodrigues, Gerente de Economia e Análise Setorial da UNICA, São Paulo
12h - Perguntas

Fonte: Comunic Comunicação Estratégica/ Andrea Inocente

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Foi hoje durante a Tecnoshow Comigo 2019 - Proposta do ITC é garantir a difusão de tecnologia no setor agropecuário, ampliar áreas de pesquisa e transferir conhecimento à sociedade através de parcerias com outras empresas

A Comigo dá início a um novo ciclo de investimento em pesquisas e tecnologia e lança o Instituto de Ciência e Tecnologia Comigo (ITC), que substitui o antigo Centro Tecnológico Comigo (CTC). O anúncio foi oficializado nesta terça-feira, dia 9 de abril, durante a 18ª edição da Tecnoshow Comigo, e contou com a presença de cooperados e empresários do setor do agronegócio. “A Comigo investe hoje R$ 2,4 milhões por ano em pesquisa. Com a criação do ITC, nosso objetivo é firmar parcerias para ampliar o número de pesquisadores e, também, de agrônomos atuando em campo, para acelerar o desenvolvimento de estudos, oferecendo mais acesso dessas pesquisas aos produtores”, afirmou o presidente da Comigo, Antonio Chavaglia.

O diretor de Difusão de Tecnologias da Comigo, Antônio Eduardo Furtini Neto, destacou que a mudança vai além da nomenclatura. Segundo ele, se trata de uma mudança de identidade do trabalho de pesquisa que já é desenvolvido e que será ampliado. “Preparamos um estatuto flexível, de modo que o ITC possa receber recursos externos de instituições públicas e privadas para desenvolvimento de pesquisas do setor de agropecuária e, também, de outras áreas do conhecimento. Queremos expandir nosso trabalho de pesquisas e, para isso, estamos abertos a parcerias para manutenção desse trabalho”, explicou.

O vice-presidente da Comigo, Aguilar Mota, pontuou, ainda, que o grande objetivo é o que o ITC transcenda os limites da Cooperativa e passe a cumprir o papel de educar e orientar a sociedade sobre o papel do agronegócio no País. “Queremos oferecer ao produtor rural e toda comunidade mais acesso a estudos e pesquisas aplicadas na agropecuária, desenvolvidas pelo ITC, e desenvolver atividades de ensino, capacitação e treinamento em parcerias com outras instituições, com o propósito de difundir conhecimento e tecnologia para as próximas gerações”, afirmou. O ITC conta com uma área de 146 hectares, dos quais 60 hectares são destinados à realização da Tecnoshow Comigo e o restante a pesquisas da Comigo.

Necessidade de investimento em Ciência

O senador Vanderlan Cardoso destacou, em sua exposição, a necessidade do investimento por parte do Governo Federal em Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele preside a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) no Senado e ressaltou que em outros países essa mentalidade garante recursos para fazer com que a economia avance com base na ciência.

 FICHA TÉCNICA

18ª TECNOSHOW COMIGO

Data: 08 a 12 de abril de 2019 (segunda a sexta-feira)

Local: Centro Tecnológico Comigo (CTC) - Rio Verde – GO (Anel Viário Paulo Campos, Km 7, Zona Rural)

Horário: 8 às 18 horas

Serviço: Geração e Difusão de Tecnologias Agropecuárias, Exposição de Máquinas e Equipamentos, Palestras, Exposição de Animais e Dinâmicas de Pecuária.

Site: www.tecnoshowcomigo.com.br | Twitter e Instagram: @tecnoshowcomigo

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Assessoria de Comunicação da COMIGO

Wêuller Freitas – (64) 3611-1522 / 99627-9897

Bruno Kamogawa – (64) 3611-1690 / 99282-2213

Samir Machado – (64) 3611-1647 / 99941-2288

Voltz Comunicação – Assessoria de imprensa da TECNOSHOW COMIGO

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Renan Rigo – (62) 98522-6645

Gabriela Louredo - (62) 99396-9342

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O valor que os produtores de leite recebem aumentou no mês de fevereiro em comparação com o mês de janeiro

O valor que os produtores de leite recebem aumentou no mês de fevereiro em comparação com o mês de janeiro. O valor saltou de R$1,158 para R$1,205, de acordo com dados da Scot Consultoria, o que é um indicador bastante significativo.

O aumento foi de 4,1%, o que é positivo para quem produz o leite, já que permite obter uma melhor lucratividade, embora o fator que tenha levado a esse aumento tenha sido a retração da oferta, o que acontece desde dezembro de 2018 e pode fazer com que a equação fique equilibrada.

Veja mais informações a respeito dessa variação de preços e quais podem ser as consequências de tal ocorrência para o mercado a curto prazo.

O que causou a queda na produção do leite? Isso se deve à maior concorrência entre as indústrias de laticínios pela matéria-prima, que é o leite cru, de acordo com a análise da Scot Consultoria. Os dados dizem respeito à média nacional de 18 Estados pesquisados pelo órgão.

A subida dos preços em fevereiro foi a mais alta desde o mês de julho de 2018. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o preço aumentou 15,3% em valores reais ou 8,7% quando descontada a inflação nos últimos 12 meses, medida pelo índice IGP-DI.

A produção teve uma queda de 2,8% em volume em janeiro quando comparado ao mês de dezembro e, na comparação de fevereiro para janeiro, a queda foi de 2,6%, o que provavelmente também pode se estender para o mês de março.

Grande parte dos laticínios localizados nas regiões Sul, Sudeste e Norte acredita que haverá outra alta para o mês de março, mas como os valores dos lácteos no atacado não estão evoluindo no mercado, o efeito pode ser limitado.

Uma analista da Scot Consultoria reforça que o indicador de custos de produção na pecuária leiteira teve um aumento de 0,8% no mês de fevereiro quando comparado a janeiro. Já ao considerar o comparativo anual, o avanço foi de 9,4%, o que é um indicador bastante considerável.

Os alimentos energéticos, com maior destaque para o milho, bem como suplementos minerais, produtos para sanidade e combustíveis/lubrificantes aumentaram as despesas, de acordo com a analista.

Para as indústrias de laticínios, é fundamental ter controle sobre todas as suas atividades, tanto na gestão quanto na produção, de modo que nenhuma informação seja perdida ou desencontrada e que, assim, a produtividade e o desempenho da companhia sejam os melhores possíveis, o que pode trazer resultados bastante positivos a curto, médio e longo prazo.

Fonte: Terra

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