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Em um mundo globalizado, o incremento da competitividade tornou-se questão de sobrevivência para as empresas, independentemente do ramo em que elas atuam.

A globalização não só exige presença nos mercados chaves, mas também aumento da produtividade, redução dos custos, melhoria da qualidade dos produtos, investimentos na qualificação dos funcionários e desenvolvimento de novas tecnologias; entretanto, muitas vezes, o incremento da competitividade e a onipresença em diversos mercados são atividades muito onerosas para a maioria das empresas.


A META VET é uma das empresas mais consolidadas no ramo da Reprodução Bovina, e contamos com os maiores indicies reprodutivos já obtidos no mercado. Dando foco nas área da FIV (Fecundação In Vitro de Embriões), Gerenciamento Rural e todo manejo reprodutivo necessários para a fazenda. 

Agora estamos mais fortes e dispostos a levar o melhoramento genético e a multiplicação do rebanho para a sua fazenda. É com muita satisfação que a META VET Assessoria Agropecuária se uniu com o laboratório FERTILIFE e estamos levando para Paraíso do Tocantins -TO e região, o que há de mais inovador e tecnológico no ramo da reprodução bovina, dando foco na Produção In Vitro de Embriões (FIV). Também firmamos parceria com a TROPICAL ZEBU, onde levaremos informações de técnicas usadas, resultados de clientes, desempenho reprodutivo de doadoras e dicas através das principais plataformas digitais, tais como: Instagram, Site, watsaap, etc.

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Fale conosco: (62) 9-98029870 (vivo) ou (62)9-81007914 (timwhatsApp)

BIOTECNOLOGIA ANIMAL

  • Conceitos: Trata-se de um conjunto de técnicas que envolvem a manipulação de organismos vivos para modificação de produtos. Sendo assim, a FIV utiliza o animal para geração de um produto que não é ele mesmo.

MELHORAMENTO GENÉTICO

  • Conceitos: Conjunto de métodos e técnicas que visam o aumento da frequência dos genes desejáveis ou das boas combinações genéticas em uma população. O objetivo é desenvolver indivíduos com características de interesse ou positivas. Contudo, o melhoramento genético aumenta a eficiência produtiva dos seres vivos, utilizando as técnicas de Seleção artificial e de cruzamento entre seres vivos da mesma espécie e raça.

 

 

 

Eis algumas Biotecnoligias que contribuem para o Melhoramento Genético:

  • Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF)

  • Superovulação/TE

  • Produção In Vitro de Embriões (FIV)

  • Clonagem

  • Transgenia

  • Marcador Molecular

  • Inseminação Artificial (IA)

  • Criopreservação

Podemos dizer que a evolução dos programas de melhoramento genético e suas biotecnologias, vieram para melhorar e agregar valores para a pecuaria não só brasileira, mas mundial. Onde buscamos animias geneticamente superiores para que possamos produzir mais em menos tempo, sem contar com aumento da qualidade dos produtos e agregando um valor comercial maior.

 

Paulo Henrique F. Vieira

Veterinário CRMV-GO6006

Fones: (62) 99251-5484

            (62) 98154-7427

Meta Vet Assessoria Agropecuária, parceira da Tropicalzebu.com.br

Uma ferramenta importante para um manejo sanitário correto são as anotações. Ao iniciar um controle sanitário é importante atentar para os registros das ocorrências no rebanho. Somente com os dados registrados é que se pode analisar, priorizar e tomar iniciativas para suprimir ou tomar medidas que possam auxiliar o manejo sanitário do rebanho. Sem estas informações, não é possível melhorar os índices zootécnicos dos animais.

A coleta de dados é importante para que o produtor tenha o conhecimento da situação de sua propriedade. O conhecimento e a interpretação da situação produtiva, reprodutiva e sanitária do rebanho, auxiliam a definição de meta para curto, médio e longo prazo. Além da oferta de pastagem, a ocorrência de doenças da esfera reprodutiva, tais como brucelose, trichomonose, campilobacteriose, leptospirose, rinotraqueíte infecciosa (IBR) e a diarreia viral bovina (BVD), pode também comprometer o desempenho reprodutivo do rebanho de cria.

Nesse aspecto, deve-se observar a importância das doenças infecciosas de origens bacteriana, virótica e parasitária que podem impedir a fecundação, causar abortos ou produzir bezerros com peso inferior à média. Portanto, como preparação à prevenção dessas doenças, deve ser adotada um programa de controle
sanitário do rebanho. Usando medidas de vacinação, podemos minimizar varias doenças reprodutivas.

As doenças da reprodução possuem peso importante nos índices de natalidade, taxa de prenhez, retorno ao cio, natimortos, entre outros, ou seja, inúmeros prejuízos. Várias são as enfermidades reprodutivas que acometem os bovinos, porém, o aborto causa maior impacto, mas não é a enfermidade que causa maior perda. O aborto em bovinos ocorre em diversos estágios gestacionais e possui diversas causas, de modo que é fundamental o seu diagnóstico. As causas principais são a brucelose, leptospirose, campilobacteriose, complexo herpes vírus, trichomonose, diarreia viral bovina, intoxicações, nutricionais, de manejo
e outras desconhecidas.

Segue abaixo um pouco de cada uma dessas doenças:

BRUCELOSE A suspeita da ocorrência de brucelose em um rebanho, geralmente está associada aos abortos no terço final de gestação, sendo uma enfermidade que afeta várias espécies de animais domésticos e silvestres. A brucelose (uma das doenças infectocontagiosas com maior destaque na esfera reprodutiva) tem como principal via de contaminação, a digestiva; por água, alimentos, pastos contaminados com restos de aborto, placentas, sangue e líquidos contaminados (proveniente de abortos e partos de vacas e novilhas brucélicas).


LEPTOSPIROSE: A leptospirose afeta animais e humanos, causando, principalmente, perdas por abortos em bovinos além de infecções disseminadas pelo organismo. A transmissão ocorre através da urina, parto, leite, abortos, mas principalmente através de roedores e animais silvestres infectados. A enfermidade apresenta-se geralmente de forma subclínica (sem sintomas facilmente detectáveis), particularmente em animais não lactantes e não gestantes. Manifesta-se clinicamente através de retorno ao cio (aborto precoce- o feto se mostra autolisado (destruído-desmanchado) indicando que houve morte algum tempo antes do aborto), queda na produção leiteira, mastites, natimortos, fetos prematuros e/ou fracos, subfertilidade ou infertilidade decorrentes de complicações.


BVD: A Diarreia Viral Bovina (do gênero pestivirus) é um complexo de doenças associadas com a infecção pelo vírus da BVD que diminui a imunidade. Virose também conhecida por causar desordens reprodutivas, sendo que a infecção fetal (transplacentária) pode levar à morte embrionária, ou até defeitos congênitos (nascidos com o indivíduo, como a microcefalia, hidrocefalia, hipoplasia cerebral, defeitos oculares), surtos de diarreia, abortos, entre outros. A infecção com o vírus da BVDV ocorre através das vias nasal ou oral, podendo ocasionar a morte do animal (jovem ou adulto) e o nascimento de animais pouco desenvolvidos que podem tornar-se portadores da enfermidade.

IBR-IPV: Rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) e Vulvovaginite pustular (IPV) fazem parte do complexo Herpes vírus bovino, causadas pelo HVB tipo-1, responsáveis por abortos entre outras enfermidades. O HVB pode produzir uma variedade de manifestações clínicas como a mastite (inflamação do úbere),  onjuntivite (inflamação da conjuntiva), balanopostite (inflamação da glande e do prepúcio), doenças estas que podem ocorrer em um mesmo surto, com animais distintos.

A IBR é a forma respiratória, ocasionando febre e lesões de transtorno nas vias superiores do animal, com quadros respiratórios graves (as vezes) em animais jovens. A IPV é uma infecção da mucosa vaginal e da vulva que manifesta-se por edema, secreção com exsudato, pústulas de conteúdo mucopurulento, transtorno no ato da micção, endometrites, repetições de cio e infertilidade temporária por período igual ou superior a 60 dias, quando retorna o ciclo estral normal e fértil.

TRICHOMONOSE: É doença infecciosa e sexualmente transmitida, causada peloTrichomonas foetus que afeta fêmeas e machos em idade reprodutiva, causando morte embrionária, aborto, endometrites, piometras, ou fetos macerados, como consequências diretas, pois o maior prejuízo está na diminuição de nascimentos e na demora do estabelecimento da prenhez, como forma indireta. A principal via de transmissão acontece durante a cópula (monta) onde o macho infectado contamina a fêmea ou é contaminado por esta, ou ainda, através da Inseminação Artificial com sêmen contaminado. O aborto pode ocorrer normalmente até o quarto mês de gestação, mas a característica mais marcante é o grande número de repetições de cio, ciclos estrais irregulares, baixo índice de concepção, corrimentos vaginais com fluído claro ou amarelado.

CAMPILOBACTERIOSE: Enfermidade assim denominada por ser causada por espécies do gênero Campilobacter fetus subesp. venerealis, sendo também uma doença venérea, exclusivamente de bovinos que não causa nenhum mal aos machos, mas inflamações no trato genital feminino podendo levar até a infertilidade, passando por baixa taxa de natalidade, endometrite, aborto entre o 4° e o 7° mês de gestação. O desempenho reprodutivo das fêmeas pode sugerir a presença da enfermidade, sendo que os sinais clínicos se assemelham à tricomonose e de outras doenças infecciosas do aparelho genital.

Maiores informações e assistência agropecuária em sua propriedade, atendimento em todo Estado de Goiás, fale conosco no (62) 9-8100.7914 (tim/whatsApp) / 9-9802.9870 (vivo) ou diretamente com o veterinário Paulo Henrique, Empresa Meta Vet Assessoria Agropecuária, (62) 9-9251.5484. Serviços: Diagnóstico por Imagem / Exames de AIE e Mormo / Gerenciamento Rural e Comercial / Avaliação Reprodutiva / IATF e FIV

A fertilização in vitro de embriões bovinos (FIV) tem proporcionado ganhos antes inimagináveis no setor. Esta biotecnologia consiste no desenvolvimento destes embriões de forma assistida em laboratório, para posterior transferência em fêmeas devidamente avaliadas e protocoladas, na qual recebem o nome de receptoras (barrigas de aluguel).

Com o uso da técnica de fertilização in vitro (FIV) na reprodução de bovinos de leite e de corte, o caminho da seleção e do melhoramento genético pode ser encurtado em pelo menos três gerações ou cerca de 10 anos de seleção, permitindo rápidos saltos na produção e na qualidade de carne e leite.

Esta técnica proporciona inúmeras vantagens, dentre elas podemos citar a geração de um maior número de descendentes de animais selecionados, o que em condições normais seria impossível. Há ainda um maior aproveitamento das fêmeas mais novas ou mais velhas, que “abandonariam” a gestação.

Os animais mais novos, por exemplo, despreparados para a gestação, por conta da incipiente formação do útero ou com problemas reprodutivos seriam diretamente beneficiados. Isso, sem contar os animais que estejam participando de competições ou em negociação. Talvez os criadores não saibam que podem comprar um processo de tecnologia ou genética por um preço mais baixo que há alguns anos. É possível financiar a aquisição de prenhezes de animais extremamente produtivos e premiados e obter retorno imediato, já que as mães e os pais são provados (avaliados em provas de genética) e a chance de as filhas serem grandes produtoras de leite e carne.

O mecanismo de produção In Vitro de Embriões (PIV) é constituído por três etapas: Maturação in vitro(MIV), Fertilização in vitro (FIV) e cultivo in vitro (CIV). Na FIV, oócitos (Células sexuais das fêmeas) aspirados nos folículos ovarianos de uma vaca, são fecundados em laboratório, por espermatozoides contidos no sêmen de um touro. Os embriões originados desse processo são transferidos a uma fêmea receptora, que deve ser preferencialmente novilha ou vaca de primeira cria. Sem dúvidas é ganho para o produtor que almeja melhorar a genética do rebanho.

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A princípio, devemos deixar bem claro que a NUTRIÇÃO e a REPRODUÇÃO devem caminhar juntas, pois um trabalho complementa o outro. Inúmeras pesquisas foram desenvolvidas com o intuito de estabelecer uma relação entre condição nutricional,
condição corporal, fatores ambientais e fertilidade. A grande maioria deles estabelece uma influência direta e positiva entre esses fatores e a possibilidade de concepção das fêmeas, e, além disso, mostram que o índice de fertilização coincide com a estação chuvosa, ou seja, quando a taxa de crescimento das pastagens é alta e sua qualidade é melhor. Quanto maior é a produção forrageira, maior é a concentração de fecundação e, consequentemente, de nascimentos durante o ano. A ideia da implantação de uma estação de monta na propriedade, muitas vezes descartada pelo produtor, tem por base racionalizar a atividade reprodutiva dos animais, tanto no aspecto biológico quanto prático. Isso significa dizer que o trabalho de manejo reprodutivo na propriedade será racionalizado de modo que durante um período há nascimentos, em um seguinte, cuidados com bezerros em amamentação e posteriormente desmame em grupos bem homogêneos.


A produtividade do gado em termos qualitativos e quantitativos independenteda finalidade depende necessariamente de um bom programa de nutrição. O custo da alimentação de um rebanho, em alguns casos, pode chegar a 70% dos insumos, sendo crucial principalmente para os animais que apresentaram evolução genética, os quais demandam uma atenção ainda maior neste quesito. Assim, os chamados alimentos volumosos, como pasto, silagem, feno, quase sempre não são suficientes para manter o alto nível da produtividade. É preciso que o produtor invista ainda na complementação nutricional, sobretudo com minerais, vitaminas e aditivos. Isso sem abrir mão, obviamente, da proteína.


A nutrição é o principal fator que influencia no desempenho reprodutivo na bovinocultura de corte e de leite, considerando que a ciclicidade estral e o início da gestação podem ser consideradas funções de baixa prioridade dentro de uma escala de direcionamento dos nutrientes e só serão ativadas quando a demanda para a manutenção, crescimento e reserva de nutrientes forem supridas.

A partição dos nutrientes é um mecanismo pelo qual, em condições de baixa disponibilidade de alimentos, o organismo animal determina uma ordem de prioridades no uso da energia disponível para as diferentes funções orgânicas. Nesta ordem de importância, a apresentação de ciclos estrais e o início da gestação são funções pouco prioritárias, assim sendo, as funções reprodutivas só serão ativadas quando o balanço entre quantidade e qualidade da dieta, reserva de nutrientes, demanda para o crescimento, metabolismo e outras funções forem supridas.


O principal objetivo de um bom nutricional é que a ingestão de nutrientes na quantidade correta servirá como reserva corporal e irá ser responsável pela regulação da função ovariana em vacas pós-parto. Além disso, o crescimento de folículos após o parto é influenciado pela ingestão de energia. A reduzida ingestão de energia por vacas de corte no período pós-parto reduz o tamanho de folículos dominantes e o número de folículos grandes estrógeno-ativos e aumenta a persistência de pequenos folículos subordinados. O peso inicial ideal para primeira cobertura (novilhas) é de 300 a 350 Kg, sendo que se consegue isso, quando se tem uma adequada alimentação, entre os 18 e 24 meses de idade.

É importante lembrar que o papel desta vaca na eficiência reprodutiva de uma propriedade é oferecer um bezerro por ano, sendo consideradas inviáveis ou de descarte aquelas que não se apresentarem desta forma. Para isso, o fator nutricional é considerado limitante, visto que com uma correta divisão de lotes (indispensável a homogeneidade) poderá ser mais fácil de adequar possíveis suplementações nas diferentes épocas do ano. O espaçamento de cocho é considerado a principal ferramenta para se oferecer uma alimentação adequada para os animais. Deixando bem claro que na estação chuvosa, seria recomendado fornecer o alimento em cochos cobertos. Sendo assim, evitariam desperdício. Segue algumas medidas de cocho para se oferecer uma nutrição adequada para os sistema de Cria, Recria, Engorda e terminação:

Tipo de Suplementação Espaçamento de cocho
Acesso bi lateral (cm)
Espaçamento de cocho
acesso unilateral (cm)
Sal mineral 2,5 a 5cm 40 bois /metro 5 a 10 cm
Sal Proteinado 7 a 10 cm 15 bois/metro 15 a 20 cm
Sal proteico energético
de alto consumo
15 a 20 cm 6 bois/metro 30 a 40 cm
Semi Confinamento 15 a 20 cm 6 bois/metro 30 a 40 cm
Confinamento 20 a 25 cm 5 bois/metro 40 a 50 cm
Sal com Uréia 2,5 a 5 cm 40 bois/metro 5 a 10 cm

 

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