Nelore Mocho

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Nelore Mocho

Origem

O registro genealógico do Nelore Mocho foi criado no ano de 1961, estabelecendo os padrões a serem seguidos pelos animais desta raça no Brasil. Assim como na raça Nelore, o Nelore Mocho se caracteriza, de um modo geral, por animais de porte médio a grande, de pelagem branca, cinza ou manchada de cinza. O sêmen Nelore Mocho é um dos mais procurados no país. No Brasil De um modo geral, os zebuínos mochos tiveram origem no Estado de Goiás. O Nelore Mocho começou a ganhar destaque na década de 1940, embora rebanhos desta raça fossem encontrados em Goiás, Mato Grosso e São Paulo antes mesmo desta data. Uma das primeiras linhagens do Nelore Mocho foi a da fazenda São Vicente.

O proprietário e selecionador Francisco Lourenço Cintra resolveu aproveitar um bezerro Nelore, mocho, nascido na fazenda, como futuro reprodutor. Cintra colocou o tourinho em alguns lotes de vacas Nelore puras formando um novo plantel de animais mochos. Outra linhagem que marca o início do Nelore Mocho no Brasil foi o da Fazenda Indiana. O Zootecnista e selecionador Durval Garcia de Menezes obteve alguns touros mochos vindos da Fazenda Experimental de Criação de Sertãozinho e os colocou em lotes de vacas Nelore puras da Fazenda Indiana, dando início à criação. O mesmo caminho fez o agrônomo e pecuarista Francisco Jacinto da Silveira, obtendo tourinhos da propriedade do criador Ovídio Mirando Brito, em Araçatuba, e colocando entre a vacada Nelore pura da fazenda Vista Bonita, em Sandovalina, próxima a Presidente Prudente. O Nelore Mocho possui as mesmas características da raça Nelore, ou seja, são animais rústicos, resistentes a ectoparasitas e pelagem ideal para as condições tropicais.

Os touros apresentam elevada longevidade reprodutiva e masculinidade acentuada. Já as fêmeas apresentam elevado índice de fertilidade e excelente habilidade materna, uma característica muito importante em sistemas de criação a pasto. O Nelore Mocho, no entanto, possui uma característica que pode ser apontada como um importante atributo da raça: a ausência de cornos. As vantagens da ausência de chifres são perfeitamente conhecidas por aqueles que lidam com o gado. Chifres podem oferecer perigos, seja pela agressão a indivíduos da mesma espécie, seja em relação ao próprio homem. A ausência de chifres em rebanhos de animais chifrudos pode ser explicado pela ocorrência de uma mutação ocorrida ao longo da evolução.

Histórico

A genética explica o mecanismo da transmissão hereditária, tanto do caráter presença de chifres quanto do caráter mocho. O caráter mocho é dominante em relação ao caráter chifre. Deste modo, quando se acasala um touro ou uma vaca mocha com um animal cornudo, os bezerros serão, em sua maioria, mochos. Haverá ainda animais com tocos de chifres, botões ou redemoinhos, além de uma minoria de animais ainda chifrudos, de acordo com as leis de Mendell, o estudioso que sedimentou os princípios da Genética. Nas últimas décadas foram sendo desenvolvidas nas raças de corte linhagens mochas. Estas novas linhagens, como o Nelore Mocho, criaram seu próprio registro genealógico. O registro genealógico do Nelore Mocho foi criado no ano de 1961, estabelecendo os padrões a serem seguidos pelos animais desta raça no Brasil.

Assim como na raça Nelore, o Nelore Mocho se caracteriza, de um modo geral, por animais de porte médio a grande, de pelagem branca, cinza ou manchada de cinza. Podem ser encontrados ainda animais de pelagem vermelha, amarela e preta, além de suas combinações com o branco, formando as pelagens malhadas ou pintadas de vermelho, amarelo ou preto. A cabeça tem formato de ataúde, quando vista de frente. O chanfro é reto, largo e proporcional nos machos. Nas fêmeas, é estreito e delicado.

O focinho é preto e largo, com as narinas dilatadas e bem afastadas. Os olhos são elípticos, pretos e vivos. As orelhas são curtas, com boa simetria entre as bordas superior e inferior. A face interna das orelhas é voltada para frente. No Nelore Mocho é permitida a ocorrência de “calo” – um sinal provocado pelo espessamento da pele, sem pêlos e sem protuberância córnea – ou “batuque” – um chifre rudimentar (botão). Ambos são observados na região onde naturalmente se encontrariam os chifres. Os machos apresentam musculatura compacta e bem desenvolvida. O pescoço é musculoso e se implanta harmonicamente ao tronco. As fêmeas apresentam o pescoço menos desenvolvido, mais delicado. O úbere deve possuir volume pequeno e o formato das tetas deve facilitar a amamentação dos bezerros.

Fonte:http://www.apoiogenetica.com.br/blog/apoio-genetica/nelore-mocho/

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