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Novidades trazem soluções para planejar e aumentar o rendimento das próximas safras

A Forseed apresenta seus lançamentos em híbridos no Agro Rosário, que acontece de 15 a 17 de março, em Correntina, oeste da Bahia, e deve movimentar a cadeia produtiva do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba), além de Goiás. A marca da global LongPing High-Tech mostra o que há de mais novo em tecnologia empregada no campo.

Resultado de investimentos em melhoramento genético e biotecnologia, os lançamentos FS505PWU e FS715PWU trazem ganhos significativos em produtividade e sanidade, além de alta tolerância ao complexo de enfezamento e virose, podendo ser vistos em parcelas demonstrativas durante o evento.

Na ocasião, também estarão expostos o FS620PWU – largamente plantado na região e, que ano após ano, mostra produtividade, qualidade e excelente tolerância ao estresse hídrico – e o FS533PWU, com biotecnologia de ponta, precocidade, caixa produtiva e alta qualidade bromatológica de silagem.

Um dos principais nematóides do oeste baiano – o Pratylenchus brachyurus – levou a Forseed a realizar vários estudos sobre o tema e a trazer para o Agro Rosário o híbrido 2B610PW, excelente redutor deste nematóide. Já os híbridos 2B587PW e 2B512PW são excelentes ferramentas para auxiliar no controle dos nematóides das galhas Meloidogyne javanica e Meloidogyne incognita.

“O objetivo é atender as necessidades do produtor, compreendendo as especificidades de cada região, e com isso contribuir para um melhor planejamento de safra”, afirma o líder de Marketing da Forseed, Aldenir Sgarbossa.

Os materiais contam com a nova tecnologia PowerCore™ Ultra, além da consagrada PowerCore™, que agem no controle de pragas e no manejo de plantas daninhas. Todos os híbridos da Forseed têm tratamento de sementes industrial Cruiser® e Fortenza®Duo, que protege a lavoura em seus estágios iniciais permitindo que a cultivar expresse seu máximo potencial de rendimento e produtividade.

Fonte: OPA Assessoria em Comunicação

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Na primeira quinzena de março, o preço médio do milho, de R$ 27/saca de 60 quilos, está 23% acima do registrado em igual mês do ano passado em razão da menor oferta do produto na entressafra

O Ministério da Agricultura está finalizando procedimentos para ofertar parte dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) localizados em Mato Grosso e atender à demanda de criadores, segundo a Secretaria de Política Agrícola da Pasta. "Trabalhamos para que a Conab lance os leilões de milho no Estado ainda neste mês", disse em nota o secretário Eduardo Sampaio.

Na primeira quinzena de março, o preço médio do milho, de R$ 27/saca de 60 quilos, está 23% acima do registrado em igual mês do ano passado em razão da menor oferta do produto na entressafra, de acordo com Sampaio. A situação dificulta o abastecimento de consumidores e criadores de aves, suínos e bovinos de Mato Grosso. O ministério informou ainda que os estoques da Conab são resultado do exercício dos contratos de opção lançados em 2017.

Fonte: Broadcast Agro

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ADAMA estará presente nos quatro dias de evento com seu portfólio e serviços de inovação

De 25 a 28 de fevereiro, a ADAMA, empresa global do setor de agroquímicos, participa da Coplacampo 2019, sediada em Piracicaba (SP). A feira, organizada pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (COPLACANA), reúne empresas e agricultores voltados à cultura de cana-de-açúcar e também abre espaço para demonstrações de produtos para cultivos de cereais e grãos.

Para esta edição, a empresa apresenta seu portfólio para cereais, cana-de-açúcar, com destaque para o nematicida LEGADO, desenvolvido para combater os nematoides nos canaviais, e o fungicida Cronnos T.O.V., que atua no combate às doenças da soja. Para destacar as principais características deste último produto, a ADAMA conta com a estrutura Cronnos Field, com demonstrações ao vivo sobre a formulação do produto.

"A Coplacampo é um evento muito importante para ressaltar nosso portfólio em uma região de tanta força e protagonismo na produção de cana-de-açúcar, como o interior de São Paulo", destaca Giuliano Scandiuzzi, representante técnico de Vendas da ADAMA Brasil. "Os nematoides podem gerar prejuízos de até R$ 12 bilhões para os canaviais e exigem a devida atenção em todas as fases da produção. Com LEGADO, o agricultor tem a oportunidade de proteger o canavial da ação dos nematoides, contando com um produto com perfil toxicológico mais brando que outros nematicidas" completa.

Além de seu portfólio, a ADAMA também tem a oportunidade de apresentar seus principais serviços de inovação por meio do espaço Avance Hub, oferecido pela cooperativa. Dentre eles, o sistema ADAMA Sagres, que reúne e integra informações essenciais para o monitoramento da produção canavieira; a estação meteorológica ADAMA Clima, desenvolvida para fornecer previsões do tempo acuradas e precisas ao agricultor; e o ADAMA Air, equipamento instalado nas barras de pulverização dos aviões para reduzir drasticamente a deriva na aplicação de defensivos.

Para mais informações sobre a feira e as atividades realizadas pela COPLACANA na região, acesse o site.

Fonte: ADAMA

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O Brasil pode dobrar seu orçamento para subsídios dos prêmios de seguros agrícolas em 2020.

A informação foi divulgada pelo Secretário de Política Agrícola do país nesta quinta-feira, aparentemente contrariando a promessa do novo governo de reduzir os gastos públicos em vista da crescente dívida.

O governo pode ampliar seu orçamento para os prêmios de seguros contra potenciais perdas de colheitas para R$ 1 bilhão contra R$ 440 milhões em 2019, afirmou em entrevista Eduardo Sampaio, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.

O montante atual subsidia seguros para a cobertura de cerca de 6.8 milhões de hectares, ou menos de 10% da área total plantada no Brasil, segundo dados do governo.

Sampaio disse que os níveis dos subsídios para empréstimos agrícolas e seguros para a próxima safra estão sendo negociados pelos ministérios da Agricultura e Economia e pelo Banco Central, e números específicos ainda serão definidos.

A negociação destaca um confronto entre o Ministério da Economia, que tem a intenção de cortar gastos diante da grande dívida pública e abraçar o livre mercado, e interesses específicos como os do setor agrícola, que procura manter os benefícios para a área.

Segundo Sampaio, “os dois lados concordaram em promover mudanças graduais, sem diminuição abrupta no crédito para o próximo Plano Safra, enquanto a redução da intervenção do governo nos mercados agrícolas se dará em médio prazo”.

“Não haverá uma ruptura, mas um movimento no sentido de maior racionalização, modernização, e com menos intervenção do Estado”, acrescentou o secretário.

Ele afirmou ainda que “o governo também concordou em manter financiamentos para pequenos e médios produtores, enquanto os empréstimos subsidiados aos produtores maiores serão cortados gradualmente”.

A expectativa é de que os empréstimos de R$ 194 bilhões no atual Plano Safra (2018/19) sejam mantidos ou ampliados para a próxima temporada, disse ele.

As mínimas recordes na taxa Selic permitem ao governo que libere mais empréstimos a taxas de juros similares, enquanto gasta a mesma quantidade de dinheiro”, disse Sampaio.

Fonte: Reuters / https://agronewsbrasil.com.br/

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O Brasil é um dos países que alimentam o mundo e pode ganhar ainda mais participação nesse desafio. Para isso, paralelamente, precisa investir alto em inovação em todas as etapas do agronegócio

Se há um setor para o qual aquela expressão “Deus é brasileiro” se encaixa perfeitamente este setor é o agronegócio. Isto porque com seu clima tropical e subtropical e outras condições naturais favoráveis, o País tem imensas vantagens competitivas. Somam-se a isso os quase 50 anos de pesquisas da Embrapa e o empreendedorismo do produtor rural brasileiro – em especial o catarinense. O Brasil é um dos países que alimentam o mundo e pode ganhar ainda mais participação nesse desafio. Para isso, paralelamente, precisa investir alto em inovação em todas as etapas do agronegócio. Isto porque a inovação, especialmente os serviços de tecnologia da informação, é o que mais agrega valor no mundo.

Observamos outros países com legiões de engenheiros desenvolvendo produtos ou serviços para ganhar a corrida tecnológica de um modo geral. O Brasil também tem que fazer isso na condição de uma das maiores economias do mundo. Não podemos deixar o “cavalo passar”, ou melhor, o “drone estrangeiro voar” no caso do agronegócio. Isto porque o valor do grão ou da carne é apenas uma pequena parte da riqueza gerada pelo agronegócio. O esforço, nessa área, envolve desde as pesquisas para sementes, agroquímicos, máquinas para plantio, vigilância de satélites, drones para analisar lavouras, colheita, conservação, transporte nacional e internacional entre outras inovações.

São imensas as mudanças e transformações que a inovação – pela via da ciência e da tecnologia – proporcionará. Por exemplo: poderemos ter em breve alimentos sintéticos, processados em laboratório, mas essa é outra área sobre a qual se dedicará o talento dos pesquisadores.

Santa Catarina já é destaque nacional e internacional nas agrotechs, empresas de tecnologias e startups voltadas à agropecuária. Temos diversos exemplos. Um deles é a Agriness, de Florianópolis, que desenvolveu um sistema de ponta para gestão de propriedades pecuárias e atraiu como sócia a líder mundial em alimentos Cargill. Outro exemplo é a Horus Aeronaves, da Capital, que produz drones e sistemas que ajudam a reduzir o uso de agroquímicos em lavouras. A PackID, de Chapecó, criou etiqueta com nanosensor para conservar melhor os alimentos no transporte e vem aí o primeiro satélite privado do País, da Visiona, desenvolvido no Instituto Senai de Tecnologias Embarcadas, em Florianópolis, que também poderá atuar na agricultura.

Entre os programas estaduais de apoio à inovação que abrangem agrotechs estão o Sinapse da Inovação e o Núcleo de Inovação Tecnológica para a Agricultura Familiar (NITA), ambos do governo do Estado. Este último apoia 40 startups e uma delas, a Manejebem, que oferece consultoria de agrônomos gratuita, já atua também no exterior. É fundamental que esses programas continuem com apoio do setor público, mas, o setor produtivo também deve investir nessas tecnologias para elevar a produtividade e ajudar a fomentar esse ciclo de inovação, que conta com uma sólida base das nossas universidades e institutos de educação e pesquisa.

Faço essas breves – porém, edificantes – referências à empresas e projetos genuinamente catarinenses para exemplificar nossa extraordinária capacidade de inovação. Temos condições de capitanear os processos de inovação no agronegócio brasileiro para sustentar uma agricultura moderna, sustentável e competitiva.

José Zeferino Pedrozo - Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

Fonte: MB Comunicação Empresarial/OrganizacionalMB Comunicação Empresarial/Organizacional

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Na safra 2016/2017 o número de cadastros chegou a 12.290 propriedades, com área de 8,2 milhões/hectares com produção da oleaginosa

O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) informou, hoje, que foram cadastradas 7.026 fazendas onde há plantio soja em Mato Grosso, com área superior a 6,1 milhões hectares. Na safra 2016/2017 o número de cadastros chegou a 12.290 propriedades, com área de 8,2 milhões/hectares com produção da oleaginosa.

O instituto alerta para o prazo final do cadastro da safra 2018/19, que acaba na próxima sexta-feira (15), e deve ser realizado por meio do Sistema de Defesa Vegetal do Estado de Mato Grosso (SISDEV). O cadastro é importante para a Defesa Sanitária Vegetal, sendo a ferramenta utilizada pelos técnicos para conhecimento das áreas com lavouras de soja no Estado, usado para o acompanhamento das medidas fitossanitárias para prevenção e controle da Ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), além do período obrigatório do vazio sanitário, informa o indea.

O cadastro das propriedades com plantio de soja deverá ser realizado anualmente logo após o término do plantio não podendo ultrapassar 15 de fevereiro. O fazendeiro também precisa informar obrigatoriamente todos os dados solicitados no cadastro e as coordenadas geográficas da sede da propriedade.

Fonte: Só Notícias/AgronotíciasSó Notícias/Agronotícias

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